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As
profecias, no nosso tempo, especialmente a do Apocalipse, são usadas como
instrumento de comércio pelas Igrejas Evangélicas, Pentecostais,
Neo-pentecostais e Protestantes.
Os
textos bíblicos são divulgados de maneira sensacionalista para realizar propósitos
políticos e financeiros aos danos dos fi éis. As
igrejas disputam diariamente entre elas a propriedade dos crentes com
argumentos substanciais e psicologicamente penetrantes: a cura e a vitória
financeira.
A
própria Bíblia cristã termina com o Apocalipse de João, que sustenta a
esperança dos crentes afirmando a soberania de Cristo, o Cordeiro vencedor, e
anunciando a derrota das potencias hostis, cuja expressão é um governo totalitário:
O Império Romano.
A
intervenção do Cristo Salvador coloca um fim ao drama da Igreja, perseguida da
potência imperial que é instrumento de Satanás.
O
Juízo é amplamente descrito na conclusão dos três setenários: Todos os
inimigos de Deus e de Cristo, ou seja, Satanás e seus aliados são derrotados e
jogados no Inferno.
A
vitória do Messias inaugura os novos céus e a nova terra.
O
vidente contempla no final a celestial Jerusalém, que é também "a esposa
do Cordeiro".
Este, porém é somente um mito. Porque o
Apocalipse, no entendimento de João, era relacionado, como dito antes, com a vitória
de um Jesus que devia voltar para derrotar a potência imperial de Roma.
Todavia, Paulo de Tarso e seus sucessores tomaram providencias a respeito,
camuflando este significado com outros e criando a imagem de um cristianismo que
ainda espera o Cordeiro.
Aproxima-se, porém o momento quando todos deverão tirar a máscara e, se quiser
enfrentar a realidade terão que enfrentá-la como adultos maduros e responsáveis:
Não
acho, por exemplo, que alguém entre Vocês, especialmente adulto,
imaginou
que
o mítico Noé tenha montado, antes do dilúvio, uma coleção vivente de
plantas, aves, peixes e animais! Seria impossível, até no nosso tempo.
A
resposta está na genética. A arca, excluindo o mínimo necessário para
resistir muito tempo debaixo das águas em fúria, não continha claramente
casais de leões, girafas, áqüeas, elefantes, cavalos, rinocerontes, gatos, cães,
gazelas, mochos, tigres, chimpanzés, plantas, árvores e outro.
Na
verdade, a arca construída por Enki era nada mais que um Banco Genético com
funções de laboratório que Ziusudra (Noé) devia gerenciar até o fim das catástrofes
do planeta.
Provavelmente,
as crenças e as convicções religiosas empurraram Bill Gates a participar, com
Rockfeller,
na construção do “Banco Genético do Apocalipse” no Ártico. As
projeções do calendário Maya para o dia 21 de dezembro de 2012 e o novo trânsito
de Nibiru, o “Planeta X”, podem ser as bases destas convicções.
Daqui a necessidade de colocar algo em segurança antes que o pior aconteça.
É
interessante, todavia, que o grupo das Svalbard tenha montado algo similar àquilo
que podemos ler
a
anos nos textos sumerianos e mesopotâmicos. Sitchin,
portanto, não passou despercebido aos políticos e as organizações
financeiras que dominam o planeta escondendo-se sob a desculpa da “globalização”.
Temos
que estar preparados, especialmente a partir de maio de 2012, quando a
proximidade dos eventos cósmicos (elétricos e eletromagnéticos) estará
gerando o máximo efeito sobre o nosso Sistema Solar e, portanto, sobre o nosso
planeta. TV, torres para celulares, linhas
elétricas e outros aparelhos, se
nos rendem uma vida cotidiana mais cômoda, contribuem, porém na poluição da
atmosfera eletromagnética. Estas freqüências invisíveis são responsáveis
por vários problemas de saúde. E, no entanto, a maior fonte de poluição não
está sendo percebida: O Sol. E ele está para atirar mais uma vez. A explosão
solar prevista para 2012 será a maior nunca registrada pela ciência moderna, e
o pior é que encontrará o escudo de proteção da Terra com a guarda baixa: Ou
seja, seremos atingidos em cheio.
A
magnetosfera é uma bola de magnetismo que envolve a Terra e nos protege do
vento solar. As cinco sondas THEMIS da NASA (missão iniciada em Fevereiro de
2007) descobriram ( ) uma abertura no campo magnético da Terra, dez vezes maior de quanto pensássemos
possível. Quando isto acontece, o vento solar pode atravessar a abertura para
"carregar" a magnetosfera, produzindo assim potentes tempestades geomagnéticas.
A surpreendente descoberta chegou no dia 3 de Junho de 2007, quando as cinco
sondas voaram através da brecha no momento em que ela estava se abrindo. Os
sensores registraram uma torrente de vento solar em direção a magnetosfera,
sinalizando um evento de dimensão e importância inesperada.
O
alinhamento galáctico do Sol, da Terra e das Plêiades ao Centro da Galáxia
será o momento de pico da transformação e talvez, como muitas profecias e
opiniões científicas dizem, teremos a parada da rotação do planeta em
concomitância com o trânsito do 10° planeta.
A
influência do Worm-Hole (Buraco Negro) também será determinante, se dermos crédito
aos sinais de turbulências captados pelos instrumentos científicos e
procedentes do Centro da Galáxia.
Antes
de ser um Worm-Hole, o Centro (Hunab Ku) era uma grande estrela que morreu e
explodiu gerando tudo que hoje está ao seu redor. Mas ela está sempre ali, símbolo
da eternidade, com a sua energia e seus campos magnéticos, atraindo sempre de
volta a própria matéria visível e invisível num ciclo constante de inspiração
após a expiração (a explosão).
Em
março de 2005 o Professor de física e astrônomo, Scott Hyman escreveu, na
revista científica Nature, que
a sua equipe
de pesquisa, durante um trabalho de
análise de ondas rádio de baixa freqüência, coletadas pelo telescópio
Very Large Array de Socorro, New México em 2002,
captou
um sinal
intermitente que parecia ter sido enviado de maneira inteligente. O sinal era
composto de cinco emissões de tipo rádio, altamente energéticas e de igual
intensidade, com a duração de 10 minutos cada uma, e apareceram a cada 77
minutos por um período de 7 horas, entre os dias 30 de Setembro e 1° de
Outubro.
Estes sinais procedentes do Centro da Galáxia podem ser uma causa
da mudança do tempo no planeta e das outras alterações que estamos sofrendo?
Estas explosões energéticas de Hunab Ku aumentarão por número e
intensidade assim que nos aproximarmos do ano 2012?
Segundo
Carlos Barrios, o atual é um momento de crucial importância para a humanidade
e para o planeta. Cada um de nós é importante.
Quem está encarnado nesta época terá um imponente trabalho
espiritual a fazer para abastecer o planeta de equilíbrio.
Hoje
o clima terrestre é fortemente alterado, e isto não somente por causa da poluição
industrial. A verdadeira causa do aumento das temperaturas globais se deve ao
aumento exponencial da freqüência vibracional do campo energético planetário.
Esta é a freqüência sonora de base conhecida como "ressonância de
cavidade Schumann", que foi identificada já em 1899.
Desde
sua descoberta, e até o ano 1940, esta freqüência ficou inalterada em um
valor de aproximadamente 7,8 Hertz,
ou sete ciclos por segundo. O início da sua elevação aconteceu entre os anos
1986 e 1987. Ao início do ano 1996 alcançou 8,6
Hertz. Atualmente, segundo as últimas estimativas, o valor já teria
superado os 11 Hertz, e deve
ulteriormente aumentar.
Mas
isto não é tudo: O aumento da ressonância de cavidade Schumann é acompanhado
por outro fenômeno, a diminuição do
campo magnético terrestre.
O
nosso planeta é um enorme magneto. A intensidade da densidade do campo magnético
é proporcional à velocidade de rotação do planeta. Por volta de 1800 anos
atrás a intensidade deste campo alcançou o valor máximo. Desde então esta
intensidade sempre diminuiu assim que a terra diminuía a sua velocidade de rotação.
O
calendário Maya determina que o topo da transformação será alcançado em
2012, quando a ressonância magnética chegará aos 13 ciclos por segundo e o
seu campo magnético estará perto de zero. Segundo o geólogo Gregg Braden, o
ponto zero será associado à quase total ausência do campo magnético.
Esta
transição causará épocais transformações geológicas, cataclismos
terrestres e erupções explosivas de vulcões, e isto por causa da inversão
dos campos magnéticos dos pólos. Como já disse, é um processo que não
interessa somente a Terra e o Sistema Solar, mas a via Láctea inteira.
Alguém
deixou para os nossos ancestrais a informação que estas mudanças energéticas
causam modificações épocais. O calendário Maya, as culturas Egípcias,
Tibetanas, Chinesas e de outras populações, afirmam que estamos vivendo um
tempo de grande transformação. Em poucas palavras, a nossa geração assistirá
a eventos de porte excepcional, o que poderá ser chamado o Apocalipse do
nosso ciclo.
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