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Você
sabia que em 2012 e nos anos a seguir não
participaremos ao fim do mundo? Seremos, ao invés, envolvidos num desastre em
câmera lenta do tipo "descarrilamento
de um trem cósmico". E tudo isto provocado por três eventos
fundamentais: o trânsito do décimo planeta (o Nibiru dos Sumérios), o
alinhamento do sistema solar com o centro da Via láctea (Hunab-Ku) e as Plêiades,
assim como previsto matematicamente pelo calendário Maya, e o disparo de uma
bola de plasma solar tão poderosa de que nunca os nossos cientistas tiveram a oportunidade
avaliar os efeitos.
Pois
é… Primeiro saiu uma inocente notícia sobre a ausência de manchas solares,
que está intrigando os cientistas. Agora o alerta é de que uma tempestade
solar possa causar um desastre em nosso planeta. E dessa, ninguém
(supostamente) vai escapar (direta ou indiretamente). O sítio web InconscienteColetivo.net
resolveu traduzir a notícia, que é original do jornal britânico Daily
Mail, e foi publicada no dia 26 de março de 2009.
Por
Claire Bates, traduzido por InconscienteColetivo.net:
O
Governo foi incentivado hoje a fazer planos de contingência em virtude de uma
explosão solar anômala, que poderia “nocautear” a rede de eletricidade
nacional e criar uma escassez severa de comida e água.
O
deputado trabalhista Graham Stringer disse que a Grã Bretanha deverá estar
preparada para uma repetição da tempestade solar de 1859, que atingiu a Terra
e paralisou boa parte do sistema telegráfico.
Em
uma moção na Câmara dos Comuns, o Sr. Stringer disse que um evento desse tipo
poderia “nocautear a rede elétrica nacional, levando a uma perda no
suprimento de água, transportes e comida que então ocasionaria uma emergência
nacional”.

A
sonda que orbita o sol, SOHO, fotografou a superfície solar ativa utilizando
luz ultravioleta (NASA).
O
chamado “Evento Carrington” foi uma tempestade magnética que atingiu a
Terra em 1859 e causou o colapso nos sistemas telegráficos por toda a Europa e
América do Norte. Foram reportados os avistamentos de auroras até no sul da Flórida.
Agora
um relatório patrocinado pela NASA alega que uma tempestade desse tipo, nos
dias de hoje iria levar a um “desastre planetário”.
O
estudo da NASA, que foi publicado em janeiro de 2009, salientou o impacto
devastador que tal fenômeno teria. Por exemplo, isso poderia deixar metade dos
EUA sem energia por 90 segundos, sem carvão mineral depois de 30 dias e levaria
uma década para o país se recuperar.
Um
cenário como este iria custar um valor estimado de £1.5trilhões – e isso
seria apenas no primeiro ano.
Ficção
científica? Não de acordo com Mike Hapgood, que preside o time de
climatologia espacial da Agência Espacial Européia.
“Eu
não acho que o relatório da NASA seja sensacionalista”, ele disse ao New
Scientist.
“Este
é um relatório equilibrado e razoável.”
O
modo de vida do século 21 depende demais da tecnologia, e cientistas dizem que
isso é que deixa a sociedade em risco de um “desastre planetário”.
Ao
contrário de muitos desastres naturais recentes, uma grande explosão solar
poderia causar um grande sofrimento em países desenvolvidos.
Bolas
de plasma estourando na superfície do sol podem destruir as nossas modernas
redes de eletricidade, que iriam puxar essa energia para si como se fossem
antenas e rapidamente teriam sobrecarga.
Isso
teria um efeito indireto em muitos dos sistemas que sustentam a nossa vida,
incluindo o tratamento de água e esgoto, resfriamento de medicamentos, entregas
de supermercado, controles de centrais elétricas e mercados financeiros.
Para
reconstruir a rede elétrica, os hubs de transformadores derretidos teriam que
ser trocados, mas os novos levariam até um ano para funcionarem devidamente.
Atualmente
o NASA’s Advanced Composition Explorer (ACE) é o indicador mais importante do
que se recebe do clima espacial. Ele pode dar de 15 a 45 minutos de alerta de
tempestades geomagnéticas, e as companhias de energia precisam de 15 minutos
para preparar os sistemas para um evento crítico.
Entretanto,
o ACE já tem 11 anos e está operando muito além do seu tempo “de vida”,
sem planos para troca.
“Nós
vamos perder muito da nossa capacidade de antecipação de alerta”, disse o
sr. Hapgood.
Além
disso, o clarão emitido durante o Evento Carrington viajou tão rápido que
levou menos de 15 minutos para a chegar a Terra.
O
relatório da NASA foi publicado para estimular o debate e o autor chefe, Daniel
Baker, da Universidade do Colorado, espera que isso fará com que decisões
sejam tomadas.
“Dá
muito trabalho educar os políticos, e isto é especialmente verdade nesses
eventos de baixa freqüência”, disse ele.
“Mas
nós estamos nos movendo cada vez mais para perto da possibilidade de um
desastre.”
(Fonte: www.newscientist.com
/ www.dailymail.co.uk )
Será quando muitos perceberão, como afirma Jesus no
Evangelho de Tomé, que o Fim está onde é o Princípio: O momento quando necessariamente
teremos que enfrentar para sobreviver um salto dimensional de
composição quântica.
No livro "2012 Apocalipse e Ressurreição"
Juzu Asaph elaborou uma reconstrução detalhada de todas as informações
geológicas, arqueológicas e astronômicas interpoladas com a genética, a física
e os documentos sumerianos, babilônicos, indianos, pré-colombianos e
judaico-cristãos, chegando à conclusões surpreendentes que recolocam em
discussão todas as convicções e crenças: Reformulando o conceito do Deus único,
eterno e espiritual, e fornecendo os meios para descobrir os poderes do nosso
DNA.
Juzu
evidencia a força e a potência do método da meditação e da oração,
conservado até o século passado nos monastérios tibetanos, demonstrando que Jesus mesmo
usava-o para
alcançar seus fins. Não uma simples oração, mas a expressão natural de forças
quânticas que são partes do Cosmo ao qual pertencemos: ”Não falando nada e ouvindo a
voz do Silêncio que fala dentro de você; o
Pensamento Vivente; verdadeira oração que cria e não repete; que entra em
você e é pura. Tudo que entra em Você não contamina, mas aquilo que sai
suja.”
No texto de Juzu
o Pensamento e a Emoção tornam-se poderosos
instrumentos a serem domesticados para expressar o verdadeiro Sentimento da
Compaixão, que modifica a nós mesmos e a realidade circunstante, influenciando
as partículas quânticas e alterando os átomos.
Versículo
2. Quem
procura, não cesse de procurar até achar; e, quando achar, será estupefato;
e, quando estupefato, ficará maravilhado - e então terá domínio sobre o
Universo.
Vivemos
como se fossemos Filhos do Homem que caíram num sono profundo após a Criação,
e não lembramos quem somos e onde estamos. Mas, recuperando o conceito extraído
das escritas de Helen Schucman (1909-1981), no famoso livro "Um
Curso em Milagres", existe uma técnica para acordar: O "perdão".
O
que, todavia não significa de fato perdoar as culpas e os "pecados"
dos outros. Isto significaria somente admitir, quanticamente, que existem culpas
e pecados.
Quando
se crê ter sofrido uma agressão ou tiver sido ofendido por alguém, com
"o perdão devemos criar
o sentimento como se as ofensas e agressões de irmão
para irmão na realidade nunca tivessem acontecido”.
Não
devemos perdoar os pecados, porque fazendo assim estaríamos criando a realidade
deles. Temos que imaginar; visualizar e sentir no nosso Coração, sem julgar e
sem Ego, que simplesmente nunca existiu algum pecado. Com esta
perspectiva também todos os nossos pecados são perdoados.
O
exemplo mais claro desta atitude é a crucifixão de Jesus Cristo, que não é o
único Filho do Homem, mas somente um dos seres iluminados que tinha consciência
de pertencer a Matriz Divina (Todos somos fragmentos de uma única Matriz).
Jesus,
de fato, não morreu para os nossos pecados (os pecados não existem): "O
significado da crucifixão está na aparente intensidade do assalto de
alguns contra um" e na demonstração que "o assalto julgado pelo
Ego como o mais ultrajoso, na realidade não tem importância". "Não
vale", porque o mau e a agressão - também na forma mais violenta mostrada pela
crucifixão - não existem.
Esta
postura terá dois efeitos:
1-
Libertar-nos-á e aos outros das culpas e pecados.
2-
Modificará a realidade quântica do passado (assim como acontece
cientificamente com as partículas quânticas).
Se
as mudanças parecem inevitáveis, como os dados científicos apontam; isto não
quer dizer que não tenhamos o direito de nos defender. Não faltam estudiosos e
autores que estão se dedicando a esta árdua tarefa, divulgando a história das
nossas verdadeiras origens e explicando como, porque e quando isto já
aconteceu.
O
segredo para sair do impasse está no conhecimento:
1)
Quem somos nós?
2)
Porque e quem nos fez assim como somos?
3)
Quais os erros de quem nos precedeu?
4)
Como enfrentar a violenta evolução da natureza sem repetir os erros do
passado?
5)
Temos a capacidade quântica de mudar a realidade que vamos enfrentar?
Juzu Asaph sugere que aprender a correta técnica da oração
possa influir sobre os eventos a vir. Acontecimentos esperados como um
"Apocalipse" seriam nada mais que a nossa chance de ressurgir. As
instruções para isso foram nos deixadas há milhares de anos pelos
sobreviventes do último cataclismo que gerou o dilúvio universal. Contudo,
estas instruções ficaram sepultadas por mais milhares de anos e nem Jesus,
enviado para clarear a situação, conseguiu um espaço suficiente para que os
conceitos fossem assimilados.
O
texto de Juzu constitui, com certeza, um válido manual para aprender as técnicas
de defesa contra a fúria dos elementos, sendo que os mesmos são também
divinos e deles originamos.
Tudo
que acontece neste planeta emerge pela Consciência Coletiva. É
o produto da realidade combinada, compartilhada por todos. Esta
realidade combinada é modelada, formada e criada - parcialmente - por Você...
a cada segundo, hora e dia. Os pensamentos são ondas quânticas que geram a
realidade de cada momento, e podem ser usados por Você para modificar as
realidades quânticas que foram criadas por outros pensamentos que te
precederam...
São
os nossos pensamentos, idéias, decisões, escolhas e determinações que criarão,
e criam agora, a Realidade...
"2012 Apocalipse e Ressurreição" é
já disponível na versão gráfica eletrônica formato e-Book Flip 3D com som e
vozes.
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