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As
profecias, especialmente antigamente, assumiam um papel muito importante nas
escolhas de reis, faraós e imperadores, e freqüentemente condicionaram os
destinos do mundo. Isaias, Elias, o próprio Moisés, eram, segundo a Bíblia,
homens capazes de prever o futuro, mantidos em grande consideração por todos,
iluminados por Deus, em contato com as forças do Céu.
A
profecia mais famosa, divulgada pela Igreja de Roma, é a dos segredos
de Fátima. Nossa Senhora deu a uma pequena pastora portuguesa, a Freira
Lucia, uma mensagem dividida em três partes. Sobre o terceiro segredo,
contido na profecia, levantaram-se infinitos e acesos debates, porque a versão
oficial, divulgada pela Igreja, difere muito de outras que anunciam cataclismos
e o fim da própria Igreja. "Um
grande castigo cairá sobre o gênero humano... Satanás reinará nos lugares
mais altos... até o topo da Igreja... a Igreja cairá na escuridão e o mundo
no terror... Aqueles que sobreviverão proclamarão novamente Deus e a Glória
dele".
A
profecia de Malaquias sobre a sorte
dos Pontífices confirmaria parcialmente o terceiro segredo de Fátima, na parte
onde é previsto o fim da Igreja de Roma. De fato o Papa Bento XVI seria,
segundo a profecia, o último Papa.
Até
as profecias de Nostradamus confirmam
que o atual seria ultimo Papa, a ser assassinado na cidade banhada pelos dois
rios.
Se
for verdade a nossa geração será, portanto testemunha de um evento de porte bíblico.
Mas a profecia mais impressionante, pela riqueza de
detalhes, é aquela atribuída a Padre
Pio, da qual cito a seguir um curto resumo: “A
vossa época será testemunha de um terrível castigo… Os meus Anjos (anuncia
Jesus) destruirão aqueles que gozaram de Mim, e não acreditam nas Minhas
profecias… Tornados de fogo serão jogados contra a Terra, tempestades, chuvas
incessantes e terremotos se abaterão sobre o planeta… Orais pelos três dias
de escuridão total que viverás... Façam estoque de alimentos e água pelo
menos por três meses. A minha volta está chegando”.
São muitas as profecias que tem como objetivo o nosso
futuro. E se diz que, parcialmente, já estão se realizando.
Mas porque esta ira bíblica do Divino deveria se
abater sobre a Terra? Porque
o Criador, Deus, que teria segundo alguns, nos concedido esta vida com tanto
Amor, deveria desejar que tantos desastres caíssem sobre a humanidade e sobre o
nosso planeta? A própria Bíblia cristã termina com o Apocalipse de João, que
sustenta a esperança dos crentes afirmando a soberania de Cristo, o Cordeiro
vencedor, e anunciando a derrota das potencias hostis, cuja expressão é um
governo totalitário: O Império Romano. A intervenção do Cristo Salvador
coloca um fim ao drama da Igreja, perseguida da potência imperial que é
instrumento de Satanás. O Juízo é amplamente descrito na conclusão dos três
setenários: Todos os inimigos de Deus e de Cristo, ou seja, Satanás e seus
aliados são derrotados e jogados no Inferno. A vitória do Messias inaugura os
novos céus e a nova terra. O vidente contempla no final a celestial Jerusalém,
que é também "a esposa do Cordeiro". Muito sugestivo!
Podemos
acreditar na força destas profecias devido às convicções das populações
ocidentais, sendo que aparentemente não se basearam sobre conhecimentos científicos,
mas somente sobre visões de alguns eleitos espirituais. Sinto muito dizer, porém,
que no nosso tempo estas profecias, especialmente o Apocalipse, foram usadas
como instrumento de comércio pelas Igrejas Evangélicas e Protestantes,
especialmente nas Américas. Os textos bíblicos são divulgados de maneira
sensacionalista para realizar propósitos políticos e financeiros aos danos dos
fieis. A superpopulação e a poluição do Planeta, que provocam fome; doenças
e desastres naturais facilitam o avançar de estruturas religiosas organizadas
em grande escala ou em pequenos núcleos autônomos. Criando, além do mais, uma
nova era de perseguições psicológicas dirigidas não somente aos tradicionais
chamados “pagãos”, mas especialmente aos crentes da Igreja Católica, como
fosse um projeto global de desestabilização da Instituição: Utilizando as
mesmas escrituras hebraicas e católicas com traduções e interpretações
diferentes.
A
Igreja Católica, institucionalizada no ano 325 d.C., sob o pedido do Imperador
Romano Constantino, que necessitava de um forte aliado religioso nos tempos
iniciais da decadência do Império assumiu a responsabilidade, com o Conselho
de Nicéia, de publicar e divulgar uma Bíblia com um Novo Testamento manipulado
nos textos e órfão das escrituras originais que continham os antigos
conhecimentos. Mutilaram o patrimônio espiritual da humanidade, repetindo o
erro dos Fariseus, que já tinham fechado as portas do Templo aos fiéis
impedindo aos Filhos do Homem de comunicar-se com o próprio Pai. Diminuindo
assim sensivelmente os efeitos da obra e do sacrifício do Sr. Jesus Cristo.
Recordo quando João Paulo II falou aos cristãos na Praça de São Pedro, em
Roma, exortando-os a crer e ter fé, mas também a não fechar os olhos sobre as
verdades da ciência. Um pequeno passo, mas talvez pouco entendido e pouco
divulgado, e sobre tudo... Tarde demais.
Lembremos
Giordano Bruno, considerado herético e queimado vivo na praça pública “Campo dei Fiori” de Roma em 17 de Fevereiro de 1600. Além da sua visão
filosófica do mundo, ele deixou anotações que se referem ao futuro da
humanidade. As escrituras e os estudos dele estão incluídos em algumas
interessantes reflexões que alguém batizou como 'profecias', desacreditando
assim a perspicácia do cientista, que conseguiu ao invés prever o fim do mundo
com uma linguagem medieval, mas também hoje como
estudos dele gado, e sobre tudo... tarde demais,cientificamente
aceitável: "O homem viajará no cosmo e do cosmo aprenderá o dia do seu fim [...]
mesmo quando o homem achará de ser dono do cosmo muitas ricas cidades terão um
fim igual à Sodoma e Gomorra [...] um Sol Preto engolirá no espaço o Sol, a
Lua, e todos os Planetas que rodam ao redor do Sol" (bibliografia:
"De infinito Universo et Mundi").
Significativas
são estas últimas duas linhas que, além de certificar que Bruno abraçou a
visão copernicana do mundo, confirmam a aparição de um segundo Sol Preto,
porque não luminoso, assim como não é luminoso um planeta em comparação a
uma estrela.
O
“Sol Preto” engolirá todos os
planetas por causa do seu forte campo gravitacional, devido a uma massa tão
consistente que influenciará pesadamente até o campo gravitacional solar.
A
humanidade conhecerá pela observação do céu «o dia do seu fim», no período
que «viajará no cosmo».
Foi somente no século passado que o homem começou a
viajar no espaço; é, portanto certo que os eventos, que Bruno cita, acontecerão
numa data não definida a partir do século XX, e não antes.
No
ano 2000, ano do Jubileu e 400° aniversário da morte do grande frade
cientista, os astrônomos foram para Roma, até a Praça Campo dei Fiori, não
com a intenção de reabilitar Giordano Bruno, mas ao contrário, de reabilitar
a Igreja caso decida pedir um dia perdão ao mundo inteiro por ter condenado e
queimado vivo o filósofo e astrônomo.
Com
os cientistas fica a tarefa primária de lembrar e exaltar a grandeza de um
homem que viveu cedo demais para ser compreendido pelos próprios contemporâneos.
Conhecem
as famosas profecias Maya, que se revelam através de um calendário? Não são
profecias, mas argumentos baseados sobre exatas observações astronômicas e
matemáticas do Universo!
Os
assuntos relacionados com Giordano Bruno, ou com os Maya, portanto, não podem
ser consideradas simplesmente profecias, mas merecem ser tratados em seções
mais específicas, de tipo Científico e Tecnológico.
Temos
que enfim citar mais profecias, como "assistiremos
á formação de uma nova e estranha Igreja, onde todos se unirão; cristãos
católicos; protestantes e evangélicos; judeus; islâmicos e muçulmanos... e
surgirá um Anticristo que inicialmente conseguirá a paz na terra e entre todas
as religiões, adorando um único Deus e pregando o bem para depois, em vez,
dominar a Terra usando o poder para o mal".
Os
sinais desta nova igreja já estão presentes há anos, sob a liderança de
movimentos organizados ou autônomos, procurando trazer emaixo das próprias
asas os adeptos de todas as religiões com palavras e prodígios sedutores. Os
poderes políticos e religiosos institucionalizados, também fazem a parte deles
pedindo, após cada desastre ecológico ou ato de terrorismo, a realização de
cultos onde todos participam juntos (políticos de todas as nações e
representantes de todas as religiões). Veja, por exemplo, o culto organizado
por Bush logo após o ataque as Torres Gêmeas de Nova York e transmitido em
rede mundial de televisão.
"Depois eu vi que tudo que se relacionava com o
Protestantismo estava assumindo gradualmente a liderança e a religião católica
estava caindo numa completa decadência. A maioria dos sacerdotes era atraída por doutrinas sedutoras, mas
falsas, de jovens pregadores, e todos eles contribuíam para a obra de destruição
[de fato são muitos, de verdade, os católicos que se convertem ao
protestantismo ou que se deixam influenciar por seitas ou igrejas evangélicas,
incluídos muitos sacerdotes]. Naqueles dias, a Fé cairá muito embaixo, e será preservada somente em
alguns lugares, em poucas casas e em poucas famílias que Deus terá protegido
dos desastres e das guerras". (1820) (extrato das visões da beata Anna
Caterina Emmerich).
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